Um dos fatores decisivos para o bom funcionamento de um notebook é a sua  tecnologia de armazenamento. Por muitas décadas, os dados eram armazenados principalmente em discos rígidos mecânicos. As unidades de disco rígido (HDD) tradicionais são baseadas em peças móveis, como um cabeçote de leitura/gravação responsável por coletar dados. Com esse mecanismo, o HDD é mais propenso a falhas que podem comprometer a experiência do usuário. Agora, vamos entender o que é SSD no notebook!

Primeiro, devemos saber que as novas unidades de estado sólido (SSD) têm uma estrutura diferente e melhoram muito a performance de um notebook. Isso porque essa tecnologia de armazenamento usa um chip de memória simples, chamado flash NAND, que não tem partes móveis e permite tempos de acesso quase instantâneos

Os sistemas e notebooks de última geração, como o Apple MacBook Pro, que não oferece um disco rígido nem mesmo como uma opção configurável, já vem com SSD.

Neste artigo, apresentamos o que é ssd no notebook, bem como apontamos as vantagens do uso deste tipo de tecnologia de armazenamento.  Vem saber mais!

O que é SSD no notebook?

Uma unidade de estado sólido (SSD) é uma nova geração de dispositivos de armazenamento usados ​​em computadores. Mas, o que é SSD no notebook? Os SSDs substituem os discos rígidos mecânicos tradicionais (SSD) usando memória baseada em flash, ou seja, muito mais rápida, otimizando sua performance. 

As tecnologias mais antigas de armazenamento em disco rígido são executadas mais lentamente, comprometendo a experiência do usuário e a produtividade no trabalho. 

Além de saber o que é SSD no notebook, você precisa entender porque usar essa tecnologia. Na prática, os SSDs aceleram o tempo de resposta de um computador graças à rapidez nos tempos de acesso de leitura e nas taxas de transferência de dados.

Em outras palavras, você ganha performance e qualidade no trabalho quando opta por uma máquina com tecnologia SSD. 

Mas, afinal, como o SSD funciona?

Os chips de memória em um SSD são comparáveis ​​à memória de acesso aleatório (RAM). Em vez de uma bandeja magnética, os arquivos são salvos em uma grade de células flash NAND. Nela, cada grade (ou bloco) pode armazenar entre 256 KB e 4 MB. 

Agora que você já sabe o que é SSD no notebook e como ele funciona, saiba que o controlador de um SSD possui o endereço exato dos blocos, de forma que quando seu PC solicitar um arquivo, ele estará disponível quase instantaneamente. Com os tempos de acesso do SSD medidos em nanossegundos, a operação é veloz. Além disso, não é preciso esperar pelo trabalho do cabeçote, na leitura/gravação das informações requisitadas. 

Embora os SSDs estejam ganhando popularidade agora, eles não são uma invenção recente. Os primeiros experimentos com tecnologia semelhante foram realizados ainda na década de 1950. Já nas décadas de 1970 e 1980, os primeiros SSDs foram incorporados ​​em supercomputadores de última geração. Contudo, à época a tecnologia era extremamente cara, com preços de cinco dígitos, e a capacidade de armazenamento era pequena: de 2 a 20MB. 
Saber o que é um SSD no notebook deve estar aliado aos cuidados e a manutenção preventiva de seus equipamentos.

A adoção do SSD começou em áreas de tecnologia de alto desempenho e em PCs para entusiastas, já que nessas aplicações o máximo desempenho das máquinas justificavam o custo mais alto. Hoje, os SSDs se tornaram uma opção aceita – e caminham para ser a escolha padrão – em laptops e PCs convencionais.

Uma curiosidade sobre o que é SSD no notebook:

Pontualmente, a tecnologia SSD foi usada nos setores militar e aeroespacial. Até que a partir da década de 90 começou a ser aplicada em dispositivos de consumo.

SSD: 6 benefícios que você precisa conhecer 

De PCs de última geração a laptops básicos, os SSDs são amplamente usados por um motivo: oferecem uma série de vantagens no armazenamento e no desempenho da máquina. Seus principais benefícios estão ligados à confiabilidade, velocidade, mobilidade, resistência e consumo energético, além da baixa margem de falha.

Confiabilidade

As peças móveis em discos rígidos são um ponto significativo de falha. Se alguma delas quebrar, todo o inversor ficará inutilizável. Isso torna os discos rígidos tradicionais vulneráveis ​​a danos causados ​​por queda e desgaste com o tempo.

Os SSDs têm limitações de vida útil, mas geralmente são mais duráveis ​​e confiáveis. Não há peças móveis para danificar e nenhum motor de acionamento para quebrar. Essa confiabilidade torna os SSDs excelentes para unidades externas portáteis, que podem estar sujeitas a um uso e manuseio mais rigorosos.

Velocidade

Os SSDs podem gravar ou ler dados em velocidades incríveis em comparação com HDDs e até mesmo eMMCs. A agilidade facilita a transferência de grandes blocos de dados. Os tempos de acesso aleatório dos SSDs são em nanossegundos, em vez de milissegundos. É por isso que os sistemas baseados na tecnologia SSD são mais ágeis e responsivos garantindo uma inicialização mais rápida.

Mobilidade

Eles são menores e mais leves do que as unidades anteriores de armazenamento. Esse desenvolvimento possibilita a criação de laptops, tablets e outros dispositivos móveis ultrafinos que o mercado oferece hoje. Os SSDs mais finos têm poucos milímetros de largura e alguns centímetros de comprimento, sendo perfeitos para uso nos dispositivos menores de alta velocidade.

Resistência e consumo energético

Quando o assunto é resistências, eles apresentam baixos requisitos de energia, contribuindo para uma melhor vida útil da bateria em laptops e tablets. Os SSDs também são resistentes a choques, o que reduz as chances de perda de dados quando os dispositivos móveis são derrubados.

Baixa margem de falha

O SSD é uma tecnologia madura com baixa incidência de erros. Além disso, eles mantêm sua velocidade durante sua vida útil. 

Variedade e versatilidade

O mercado dispõe de um grande portfólio de SSDs, com formatos e tamanhos diferentes, que variam de acordo com a disposição e o número de chips. Existe um SSD para quase todas as aplicações. Os SSDs são mais versáteis do que outros tipos de armazenamento.

Agora que você já sabe o que é SSD no notebook e como ele funciona, que tal conhecer algumas vantagens específicas para determinados setores? Confira:

Negócios

Empresas que trabalham com grandes quantidades de dados, como ambientes de programação ou análise de dados, geralmente dependem de SSDs. Para elas, os tempos de acesso e as velocidades de transferência de arquivos são requisitos críticos.

Jogos

Os computadores para jogos sempre pressionaram os limites da tecnologia de computação atual. Tanto é verdade que equipamentos relativamente caros são adquiridos em benefício do desempenho dos jogos. Os SSDs são adotados pela indústria de jogos e pelos gamers porque o armazenamento é fator determinante para o sucesso, já que os jogos modernos carregam e gravam muitos arquivos, como texturas, mapas, níveis, personagens, constantemente

Gamers já sabem o que é SSD no notebook e investem nessa tecnologia!

Servidores

Os servidores corporativos precisam de SSDs para obter leituras e gravações rápidas a fim de atender adequadamente aos PCs clientes.

SSD ou HD: quais as diferenças?

Saber o que é o SSD no notebook não é suficiente, precisamos entender suas diferenças. Basicamente, o HD armazena e acessa dados de maneira precisa por meio de um ímã. Enquanto isso, o SSD não possui partes móveis e trabalha por meio de chips ultrarrápidos. 

Vamos entender estes pontos com calma. Pense em um cenário onde a nuvem é o destino certo de acesso para muitos serviços, como Spotify, YouTube e Netflix, o usuário deixou de armazenar conteúdos e arquivos na memória do PC ou notebook. 

Documentos de trabalho são salvos em plataformas em cloud, como o Google Docs. Até mesmo os jogos já estão migrando para a nuvem, sendo rodados via streaming. Porém, para acessar a nuvem é preciso ter um navegador instalado no notebook em um ponto físico, que pode ser o HD ou o SSD. 

O HD, também conhecido como HDD (do inglês, Hard Drive Disk), armazena e acessa os dados usando um braço mecânico altamente preciso, que manipula um pequeno ímã responsável pela leitura ou gravação de dados ao magnetizar um disco metálico.

Já o SSD (do inglês, Solid State Drive), denominado unidade de estado sólido, é um tipo de dispositivo de armazenamento de dados digitais, sem partes móveis. Na prática, um grupo de chips é responsável por guardar os arquivos. Podemos pensar nele como um pendrive ultrarrápido e com muito espaço de armazenamento para o sistema operacional, imagens, vídeos e documentos.

Com a popularidade dos serviços em nuvem, os SSDs começaram a dominar o mercado. Isso porque embora ofereçam capacidade menor, eles entregam rapidez. Como vimos, é isso o que o usuário precisa: velocidade.

A principal diferença entre as duas tecnologias é o tempo de acesso e a velocidade de resposta. Veja só:

SSD

  • Leitura: mais de 200 MB/s, podendo ultrapassar 500 MB/s;
  • Tempo de inicialização do sistema operacional: de 10 a 13 segundos, em média;
  • Gasto de energia: entre 2 e 3 watts.

HDD

  • Leitura: 128 MB/s, em média;
  • Tempo de inicialização do sistema operacional: de 30 a 40 segundos, em média;
  • Gasto de energia: entre 6 e 7 watts.
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Além da velocidade e do gasto de energia, outra característica do SSD é a durabilidade. Os SSDs têm uma vida útil predeterminada e limitada a um número de gravações, em média de 3 a 10 mil ciclos. 

A boa notícia é que raramente um usuário comum irá atingir esse limite. Já empresas com servidores e data-centers devem, sim, acompanhar o armazenamento no SSD. Além disso, diferentemente do HD, o SSD sofre desgaste apenas com a gravação dos arquivos. Ou seja, a leitura de um dado não gera um ciclo novo. 

Agora que você já sabe o que é SSD no notebook, lembre-se de buscar um equipamento com esse tipo de memória. A tecnologia SSD proporciona agilidade, rapidez, produtividade e alto desempenho no trabalho. O investimento inicial gera resultados expressivos que certamente compensam. 

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Ricardo Rodrigues

Ricardo Rodrigues

Diretor de Commercial, Consumer, Mobility e ITAD da Ingram Micro Brasil. Experiência de 17 anos no setor de TI e 10 anos no setor de Consumo. Formado em Administração de Empresas e com MBAs Executivo e de Gestão Estratégica de Pessoas pela USP.